Quais as etapas necessárias no processo de topografia com drones?

topografia com drones garante uma série de benefícios para quem procura aumentar a produtividade e, ao mesmo tempo, obter lucros. Além de ser um serviço mais barato em relação à topografia tradicional, possui mais agilidade.

O certo é que os Veículos Aéreo Não Tripulados, como são chamados os drones, conquistaram os profissionais da engenharia. E não foi à toa, é claro. No entanto, o procedimento necessita passar por determinadas etapas para que o resultado final seja satisfatório.


Topografia com drones requer conhecimentos multidisciplinares


topografia com drones exige conhecimentos de outras áreas, como a cartografia, o geoprocessamento, o processamento digital de imagens e a fotogrametria. Antes de começar uma etapa, contudo, é importantíssimo compreender a área que será mapeada.

Saber se a topografia com drones já foi utilizada em determinada área e o tipo de modelo a ser utilizado de acordo com as especificidades de cada terreno são primordiais. É por isso que é necessário um conhecimento antecipado de fotogrametria básica. Essa tecnologia oferece interpretação por meio das imagens capturadas através dos sensores e é fundamental para identificar problemas.


Planejamento e acompanhamento do voo são etapas primordiais


Além de conhecimento, o próximo passo envolve planejamento do voo. Trata-se de uma das etapas mais essenciais, uma vez que é nesta fase que são definidos os passos para o futuro e aplicados os conhecimentos em fotogrametria. Por exemplo, o modelo de câmera a ser utilizada, a área que será mapeada, o ângulo e a altura do voo, a velocidade do drone e a sobreposição das imagens, por exemplo, são situações definidas neste momento.

Com essas medidas, será possível determinar o tempo de disparo das fotos, a quantidade de imagens e até o tempo e o percurso da aeronave. É uma etapa, portanto, imprescindível. Se acontecer mapeamentos errados, os problemas futuros podem ser gigantescos.

Depois de planejado o voo, é hora de executar o levantamento. O plano de missão deve ser autossuficiente, isso significa que a aeronave precisa de autonomia de voo, uma bateria que garanta o tempo necessário para a missão e, é claro, uma câmera acoplada. Para determinados mapeamentos, a recomendação é que não haja sombras e ventos, já que isso pode atrapalhar a leitura das imagens.

Os pontos de controle, portanto, são fundamentais, pois são eles que irão controlar o levantamento aerofotogramétrico. Evitar pousar com rapidez a aeronave também é uma medida de segurança, já que isso pode provocar um descalibramento da câmera. Na prática, a fotogrametria pode apresentar erros.

acompanhamento do voo, que deve acontecer por algum equipamento eletrônico, como smartphone ou notebook, também é uma etapa importante, pois nessa hora é possível cancelar a operação em casos de imprevistos.


Processamento de qualidade garante um bom resultado no produto final


Na sequência, vem o processamento das imagens. Embora existam no mercado uma diversidade de softwares de processamento, é importante escolher os que ofereçam ferramentas completas. Isso irá interferir diretamente no resultado final do trabalho. Os com interface dinâmica e simplificada são ideais.

Ao final, temos o resultado do trabalho de topografia com drones, que são os modelos digitais da superfície. Eles resultam em diversas apresentações, tais como variação da declividade, nuvens de pontos, falhas em plantios e hipsometria, que nada mais é que a representação da elevação de um terreno por meio de cores.

Um bom produto final só será atingido se os profissionais envolvidos na topografia com drones forem qualificados. Estes equipamentos exigem conhecimentos específicos. Portanto, não se deixe enganar! Entre em contato conosco por telefone e conheça mais sobre o nosso trabalho por meio da galeria de fotos. Afinal, é o profissionalismo que conta pontos no resultado.